domingo, 29 de novembro de 2009

INVENTOR DO CONTEMPORÂNEO

"Mata-se por amor, mata-se por poder,
mata-se por honra, mata-se por revanche.
É a violência em seu estado bruto."
(Fernando Nuno)
O projeto "Inventor do Contemporâneo" é uma livre adaptação para os dias atuais das quatro grandes tragédias de Willian Shakespeare (MacBeth, Hamlet, Romeu e Julieta, e Otelo).
Cenário: as ruas paulistanas do século XXI. Numa série de quatro episódios, as questões da complexidade humana são abordadas e retratadas de diferentes formas. Poder, ambição, morte e vingança, apimentam, durante todo o Projeto, o inconsciente do telespectador.
O "Inventor do Contemporâneo" tem como intenção inicial mostrar que a dificuldade de auto-confirmação do homem é atemporal. Questões existenciais que Shakespeare abordou no século XVI são tão normais nos dias de hoje, que o quesito fica mais que provado. Os quatro episódios da série têm como tema comum a fragilidade. Os protagonistas são os mesmo e, de forma não-linear, passam por situações que resultam em outros acontecimentos.
É a lei da ação e reação.
É a lei do mais forte, a lei da floresta.
A lei da sociedade, a luta na selva.
Dessa forma, o Projeto promete chocar. Num mundo obscuro da metrópole, homens se encontram, trilhando rumos inevitáveis. Emoção, acasos e surpresa fazem do "Inventor do Contemporâneo" uma experimentação ao mesmo tempo simples e excêntrica.

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